sexta-feira, 22 de março de 2013

ALGO ESTÁ ACONTECENDO NO MUNDO!!!! OU ALGO VAI ACONTECER?


No Chile, praia está cheia de camarões mortos



Dezenas de milhares de camarões, caranguejos e moluscos mortos foram lançados pelo mar para uma praia na província chilena de Concepción.
A razão desse fenômeno ainda não foi averiguada. A polícia não exclui que o incidente pudesse ter tido razões criminosas.
O litoral está repleto de crustáceos, tendo adquirido um tom cor-de-rosa.

Milhares de crustáceos aparecem mortos em praia no Chile




Autoridades chilenas estão investigando o aparecimento de centenas de milhares de crustáceos em uma praia na cidade de Coronel, 530 quilômetros ao sul de Santiago.
Pescadores locais acusam usinas termoelétricas de produzir dejetos que contaminam as águas.
Os responsáveis pela investigação estão coletando amostras para descobrir se foi cometido algum crime contra o meio ambiente na região.
Nos últimos anos, um número surpreendente de animais marinhos mortos tem aparecido em diferentes pontos da Costa Pacífica sul-americana.
Segundo especialistas ambientais, possíveis causas incluem exploração petrolífera, fontes alimentares contaminadas ou algum tipo de vírus.



Rio conclui retirada de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas.


A Secretaria de Meio Ambiente e a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) concluíram o trabalho de limpeza da Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro, após a mortandade de 72 toneladas de peixes, iniciada na última terça-feira (12). A baixa oxigenação da água levou à mortandade de peixes, a maioria formada por savelas e sardinhas, mas também havia peixes nobres como robalos, linguados, corvinas e paratis - alguns deles com até quatro quilos.
Para o biólogo Mário Moscatelli, a mortandade pode ter sido provocado por problemas climáticos, devido à chuva que atingiu o Rio de Janeiro, ou por algum despejo irregular de esgoto. Segundo Moscatelli, como a oxigenação da água da Lagoa Rodrigo de Freitas é monitorada frequentemente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, poderia ter sido adotado um plano de contingenciamento, que consistiria no recolhimento do peixe vivo do espelho d'água para uma destinação mais nobre, que não o aterro sanitário. "Como 90% do peixe retirado da lagoa são formados por savelhas que não têm grande apelo comercial, o peixe poderia ter tido outro destino, como farinha, adubo, ração, diferente dolixo", disse.
Moscatelli disse que o ecossistema da Lagoa Rodrigo de Freitas é frágil e, além de ser cercado por uma malha urbana em seu entorno, ainda existem os fatores climáticos e o despejo irregular de esgoto que pode provocar à mortandade de peixes.
Essa é a segunda maior mortandade de peixes na lagoa. Em 2010, mais de 100 toneladas de peixes mortos foram retiradas da água. A Comlurb mantém neste domingo (17), no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, uma equipe normal de varrição e no espelho d'água há um catamarã em caso de aparição de peixes mortos junto à vegetação de restinga. A companhia também não está mais lançando essência de eucalipto no entorno do parque, porque o cheiro forte de peixe morto desapareceu.


Dezenas de arraias aparecem mortas em 


praia na Palestina.




Mais de 200 arraias apareceram misteriosamente em uma praia na cidade de Gaza, Palestina, trazidas pelas ondas do mar. Elas foram levadas para os mercados de peixe locais para serem vendidas.
Um pescador fala em uma gravação feita no local que a época de aparição das arraias é em março, mas que esta é a primeira vez em seis anos que elas são vistas. Ele declara ainda que os animais são normalmente conseguidos no Egito e trazidos à Palestina por meio de túneis, mas isso encarece e dificulta o processo já que os animais devem ser cortados em duas partes. Ele finaliza exaltando que um pescador se faz pelas oportunidades e que “Deus proveu 220 animais ontem e amanhã pode ser que venham mais”.
Os peixes assemelham-se ao gênero manta, que pode alcançar até 5 metros de largura e pesar mais de 75 kg. Eles foram vendidas por seis ou sete shekels o quilo (entre R$ 3,20 e R$ 3,75) nos mercados locais.
Bob Rubin, da Universidade de Santa Rosa, na Califórnia, é um dos maiores especialistas mundiais em arraias e conversou sobre o caso.
“Este tipo de arraia costuma viajar em cardumes enormes formados por centenas de animais. Ela também pula para fora da água e dá um giro no ar. O que aconteceu aqui é muito estranho para mim. Trabalhei por anos no Golfo da Califórnia, onde é abundante a quantidade de arraias manta, e nunca vi um encalhe em massa como esse.”
“Os animais parecem ter sangue nas nadadeiras peitorais, o que pode ter sido provocado por terem batido contra algo – rochas, barcos, banco de areia”, pondera Rubin.
Entretanto, ele afirma que sem ter visto os peixes para procurar possíveis causas no conteúdo estomacal e na condição das guelras dos animais, ele não pode determinar o motivo do encalhe.
“Grandes ruídos subaquáticos ou emissão de sinais elétricos podem desorientar, mas isso é apenas uma suposição de minha parte”, Rubin disse.
Nota da Redação: A desconsideração humana pela vida animal aparece nessas horas, com os pescadores tratando as arraias como meros pedaços de carne e vendendo retalhos de seus corpos num mercado. Para eles, esses animais são análogos a meros frutos que caem de uma árvore, e não seres que provavelmente sofreram bastante antes de morrer encalhados na praia. Enquanto a cultura do consumo de carne continuar dominante, cenas constrangedoras como essa vão continuar acontecendo, e os animais encalhados, ao invés de socorridos e/ou devolvidos ao mar, serão mortos ou terão sua agonia apenas assistida e acabarão retalhados para serem vendidos como carne.
Dois golfinhos aparecem mortos em

 

praias do Rio de Janeiro


Um golfinho de espécie ainda não identificada foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira (25) na Praia da Barra da Tijuca, na altura da Ponte Lúcio Costa, Zona Oeste do Rio. Segundo os bombeiros ele foi retirado do local com muitos ferimentos como mostrou o RJTV.
No sábado (23), outro golfinho também foi encontrado morto, só que na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio. Biólogos do Laboratório Mamíferos Aquáticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)  acreditam que o motivo da morte dos dois animais é o mesmo: os golfinhos teriam caído por acidente em uma rede de pesca.

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